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Jovens por trás de negócios promissores

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Eles são jovens, criativos e estão por trás negócios que prometem dar o que falar. A lista foi elaborada com a colaboração de entidades que apóiam e financiam o empreendedorismo como Aceleradora, Cietec, Centro de Empreendedorismo e Novos Negócios da FGV-EAESP e Endeavor.

 

BEST, COOL & FUN GAMES

Até pouco tempo arás, Guilherme Schvartsman (23 anos) - em pé, segurando um iPad, em meio a sua equipe na foto ao lado - era um jovem com uma carreira promissora no mercado financeiro. Nas horas vagas, criava aplicativos para o iPhone. De olho no potencial do mercado móvel, decidiu se dedicar integralmente ao negócio. Assim nascia a Best, Cool & Fun Games, fundada no final de 2009. A empresa tem um portfólio de mais de 30 jogos para plataformas móveis, com mais de 10 milhões de usuários em toda a América Latina. O jogo Ant Smasher, um dos hits da empresa, tem potencial de faturamento calculado em 2 milhões de dólares ao ano.

 

TRYOOP

Aline Jacob Marcolino (28 anos) e  Milena Escabeche (29 anos), ambas publicitárias, fundaram há pouco menos de um ano o tryoop.com, pioneira no país a atuar no e-sampling. Empresas interessadas em promover seus produtos contratam a tryoop.com para promover “degustações” entre os usuários cadastrados na sua base. O selecionados para participar da ação (definidos conforme o perfil buscado pela empresa contratante) recebem o produto em sua casa, experimentam e compartilham sua opiniões no site da tryoop.com. “É uma troca positiva tanto para empresas, que podem obter divulgação e feedback qualificado, como também para consumidores que tem a chance de experimentar e conhecer produtos relevantes sem sair de casa”, destacam as empreendedores. A ideia foi inspirada em um modelo estrangeiro e vem sendo testada no Brasil por empresas como Kraft Foods, Tommy Hilfiger, Nestlé e Adidas entre outras.

 

DESKMETRICS

Com apenas 23 anos, Bernardo Porto é um dos sócios-fundadores da DeskMetrics, startup que mineira criada em julho de 2010. A empresa desenvolveu uma plataforma que fornece, em tempo real, informações estratégicas sobre o uso de software nas máquinas dos clientes. “A ideia surgiu a partir de uma necessidade que tive na minha empresa anterior, a Quicksys. Verifiquei que as empresas que desenvolvem software para desktop utilizam apenas o número de downloads para verificar o sucesso ou não de um aplicativo. Essa informação, porém, não oferece uma resposta confiável sobre o quanto um usuário é engajado”, conta Porto. Para viabilizar o empreendimento, ele contou com um aporte de "love money" para pagar, durante 6 meses, as contas de infra-estrutura e pessoal. A empresa ganhou visibilidade internacional no blog Techcrunch e, em dezembro de 2010, recebe um novo aporte de 200 mil dólares para ampliar a equipe e aumentar a qualidade dos serviços prestados e hoje possui clientes em diferentes países, incluindo Estados Unidos, Austrália, Sérvia e Rússia.

 

CATARSE

O Catarse, plataforma de financiamento colaborativo, fez sua estréia em janeiro de 2011. Um dos empreendedores por trás do projeto é Diego Reeberg(23 anos), que abandonou temporariamente o curso de Administração na FGV-SP para se dedicar à empresa. Inspirado em um modelo que ganha força no exterior, o projeto nasceu com investimento de 8 mil reais tirados do bolso dos sócios. “Ao longo dos últimos 3 meses trabalhamos forte para consolidar parcerias-chave, que serão anunciadas em breve”, antecipa o empreendedor. A expectativa é que a plataforma viabilize 1,5 milhão de reais em recursos para os projetos já neste ano.

 

SOLARY

Os irmãos Wagner Castilho Teixeira (26 anos) e Waltemir Teixeira Júnior (31 anos), sócios da Solary, desenvolveram um sistema de aquecimento solar termodinâmico que esquenta água com uma economia de 80% em relação a meios tradicionais. Ambos engenheiros, usaram recursos próprios para criar um protótipo do invento em 2008. A dupla conseguiu financiamento de 300 mil reais do programa de subvenção Prime, da Finep, para dar o pontapé inicial no negócio em 2010, além de recursos de um investidor anjo. O plano agora é fechar uma nova rodada de investimento com um fundo para acelerar o crescimento da empresa nos próximos cinco anos. Os recursos deverão ser investidos em uma nova sede, na aquisição de maquinários de ponta e em iniciativas de marketing e vendas.

 

WELLE LASER

Fundada pelos irmãos empreendedores Rafael e Gabriel Bottós (27 anos), a Welle Laser desenvolve soluções de marcação a laser que podem ser aplicadas desde a área médica até a petrolífera. A empresa tem clientes de peso como a Petrobras e recebeu recentemente recursos do fundo Criatec. No ano passado, foi escolhida entre as empresas que mais desenvolveram inovação e tecnologia para aumentar a competitividade da indústria brasileira em um prêmio concedido pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior e pela CNI, entre outras entidades.

 

EDETEC

Três jovens empreendedores - Carlos de Oliveira Lopes Junior (28 anos),Viviane Dias Medeiros Silva (32 anos) e Wendel de Oliveira Afonso (30 anos) – estão por trás da EDETEC – Indústria Alimentícia, uma empresa nascida do meio universitário e focada em tecnologia para a área de alimentação. Entre outros projetos, a startup, que ainda está incubada na Habitat, braço da Fundação Biominas, desenvolve pesquisas para permitir o aproveitamento de resíduos, como soro de leite, no desenvolvimento de alimentos. A empresa já recebeu investimento do fundo Criatec e está em busca de um segundo investidor estratégico para abrir uma fábrica.

 

JANUS

A Janus é uma empresa de nanotecnologia aplicada à industria do petróleo que está em fase piloto, em busca de capital para estréia comercial. Seus produtos ajudam a remediar acidentes que levam à contaminação da água pelo petróleo, como o que aconteceu no Golfo do México. A tecnologia foi desenvolvida durante os projetos de mestrado e doutorado do químico Aluir Dias Purceno (31 anos). A empresa ainda está buscando o capital necessário para poder atuar no mercado, mas estima em seu plano de negócios que haja um potencial para faturar 80 milhões de dólares no prazo de cinco anos.

 

BIOFORLIFE TECHNOLOGY

Harthur David Djehdian (29 anos) foi buscar no exterior a tecnologia para criar a BioForLife Technology. A empresa fornece soluções em biometria, fabricando equipamentos  para  controle de acesso físico e relógios de ponto via reconhecimento  por  impressão  digital. O empreendimento nasceu de um investimento de 5 mil reais do bolso de Djehdian e já fatura mais de 1 milhão de reais ao ano – a meta é crescer mais 40% neste ano. O administrador identificou o potencial para o negócio através de pesquisas de mercado e fez viagens internacionais para conhecer as principais novidades do setor e estabelecer parcerias com fornecedores.

 

NOVANANO

O paranaense Juliano A. Bonacin (31 anos) terminou seu doutorado em química com especialização em nanotecnologia em 2007 e, junto com colegas da área, decidiu  abrir uma empresa para desenvolver aplicações práticas para seus conhecimentos acadêmicos. Assim, nasceu a NovaNano, que funciona como uma fábrica de inovação. “As empresas em geral possuem grande dificuldade para inovar internamente, pois são muito orientadas a desempenho. Percebemos que havia uma oportunidade para a criação de uma empresa totalmente voltada à inovação, que desenvolve tecnologias e depois as transfere para grandes e médias empresas”, explica o empreendedor. No momento, a startup está aprimorando o modelo de negócio e buscando potenciais investidores para alavancá-lo.

 

 

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